Gasolina chega a R$ 7,59 no Paraná, segundo ANP; veja cidades com combustível mais caro e mais barato

  • 23/04/2026
(Foto: Reprodução)
Foto ilustrativa Arquivo O preço do litro da gasolina comum chegou a R$ 7,59 no Paraná, de acordo com pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor foi encontrado em um posto de Castro, cidade dos Campos Gerais que fica próxima a Ponta Grossa. Em Curitiba, o litro mais caro localizado foi de R$ 7,19, o quarto mais alto do estado junto com Cambé e Santo Antônio da Platina, no Norte. Veja todos os valores encontrados abaixo. ✅ Siga o g1 Ponta Grossa no WhatsApp Em contrapartida, a pesquisa indica que o combustível mais barato do Paraná está sendo vendido por R$ 6,19 em Foz do Iguaçu (no Oeste) e em Campo Mourão (no Centro-Oeste). Os dados são referentes ao levantamento mais recente da ANP, foi feito na semana de 12 a 18 de abril e foi divulgado nessa quarta-feira (22). A pesquisa abrangeu 263 postos de combustíveis de 23 cidades do estado. Veja os vídeos que estão em alta no g1 No Brasil, o preço mais caro da gasolina é R$ 9,59 o litro, em Guarujá (SP), e o mais barato R$ 5,59, em São Paulo e Itapecerica da Serra (SP). No Sul, o valor mais alto encontrado foi R$ 7,66, em Bagé (RS) - sendo Castro segundo lugar. O mais barato foi R$ 6,17, em Cachoeirinha (RS). Preços da gasolina comum no Paraná Confira, abaixo, os dados do levantamento feito pela ANP na semana de 12 a 18 de abril, no Paraná: Apucarana: de R$ 6,58 a R$ 6,89 o litro (9 postos pesquisados) Arapongas: de R$ 6,39 a R$ 6,99 o litro (9 postos pesquisados) Araucária : de R$ 6,49 a R$ 6,99 o litro (8 postos pesquisados) Cambé: de R$ 6,69 a R$ 7,19 o litro (8 postos pesquisados) Campo Largo: de R$ 6,59 a R$ 6,99 o litro (8 postos pesquisados) Campo Mourão: de R$ 6,19 a R$ 6,59 o litro (6 postos pesquisados) Cascavel: de R$ 6,59 a R$ 6,89 o litro (15 postos pesquisados) Castro: de R$ 6,99 a R$ 7,59 o litro (8 postos pesquisados) Cianorte: de R$ 6,69 a R$ 6,79 o litro (9 postos pesquisados) Cornélio Procópio: de R$ 6,79 a R$ 6,99 o litro (8 postos pesquisados) Curitiba: de R$ 6,73 a R$ 7,19 o litro (33 postos pesquisados) Foz do Iguaçu: de R$ 6,19 a R$ 6,69 o litro (13 postos pesquisados) Francisco Beltrão: de R$ 6,35 a R$ 6,84 o litro (9 postos pesquisados) Guarapuava: de R$ 6,29 a R$ 6,69 o litro (14 postos pesquisados) Londrina: de R$ 6,29 a R$ 7,38 o litro (19 postos pesquisados) Maringá: de R$ 6,39 a R$ 6,99 o litro (17 postos pesquisados) Paranaguá: de R$ 6,69 a R$ 6,99 o litro (9 postos pesquisados) Paranavaí: de R$ 6,69 a R$ 6,99 o litro (5 postos pesquisados) Ponta Grossa: de R$ 6,39 a R$ 6,99 o litro (16 postos pesquisados) Santo Antônio da Platina: de R$ 6,89 a R$ 7,19 o litro (6 postos pesquisados) São José dos Pinhais: de R$ 6,89 a R$ 7,19 o litro (12 postos pesquisados) Toledo: de R$ 6,29 a R$ 7,25 o litro (10 postos pesquisados) Umuarama: de R$ 6,59 a R$ 7,09 o litro (12 postos pesquisados) Leia também: Acidente: Motorista de caminhão-guincho fica preso às ferragens após bater em carreta Flagrante: Caminhoneiro se contradiz e PRF descobre 'fundo falso' com mais de 440 iPhones e outros celulares Veja vídeo do momento: Justiça nega prisão para homem cuja companheira pulou de carro em movimento para fugir de agressões Comparações Foto ilustrativa Marcello Casal Jr./Agência Brasil O g1 também comparou o estudo recente a outros mais antigos para verificar a variação do preço da gasolina comum no Paraná. Confira: 🚗 Preço máximo: Em um mês, subiu R$ 0,10 (em março de 2026 o maior valor era R$ 7,49, também em Castro) Neste ano, subiu R$ 0,50 (em janeiro de 2026 o maior valor era R$ 7,09, também em Castro) No período de um ano, subiu R$ 0,60 (em abril de 2025 o maior valor era R$ 6,99, em Curitiba e região metropolitana). 🚗 Preço mínimo: Em um mês, subiu R$ 0,30 (em março de 2026 o menor valor era R$ 5,89, em Ponta Grossa) Neste ano, subiu R$ 0,50 (em janeiro de 2026 o menor valor era R$ 5,69, em Londrina e Campo Mourão) No período de um ano, subiu R$ 0,40 (em abril de 2025 o menor valor era R$ 5,79 em Maringá e Campo Mourão) Reflexo da guerra no Oriente Médio Em nota, o Paranapetro, sindicato que representa os postos de combustíveis do estado, atribui a alta dos preços aos aumentos repassados pelas distribuidoras aos postos, principalmente após o início da guerra no Oriente Médio. Pouco após o conflito se intensificar, postos de combustíveis do Paraná e outras regiões do Brasil começaram a aumentar os valores da gasolina nas bombas alegando reflexos nas distribuidoras. Por conta disso, a fiscalização aumentou. No fim de março, por exemplo, Polícia Federal (PF) fiscalizou postos no Paraná por suspeita de preços abusivos. O Procon do Paraná também fez ações. "As distribuidoras costumam repassar as altas com grande agilidade para os postos. Já no caso das baixas, demoram ou não repassam na íntegra. Deste modo, os postos não podem ser responsabilizados pela velocidade e dimensão destes repasses, uma vez que são obrigados a comprar das distribuidoras", diz o Paranapetro. Em 31 de março, o Paraná aderiu ao programa do Governo Federal para reduzir o preço do óleo diesel, tentando conter o aumento dos preços nas bombas. Com isso, o estado passou a dividir com a União o subsídio de até R$ 1,20 por litro de diesel importado, ficando cada parte responsável por R$ 0,60. Como denunciar preços abusivos Caso consumidores notem preços abusivos, o Procon do Paraná orienta que registrem denúncias pelos seguintes canais: Site oficial do Procon-PR, com formulário de reclamação; Plataforma Consumidor.gov.br, do Governo Federal; Atendimento presencial nas unidades do órgão no estado. O que diz o setor Veja, abaixo, as notas completas enviadas ao g1 pelos representantes do setor: Paranapetro (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Derivados de Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis e Lojas de Conveniência do Estado do Paraná) Imediatamente após o início da guerra no Oriente Médio, as distribuidoras começaram a repassar grandes aumentos aos postos – estas altas foram maiores no diesel, mas também ocorreram na gasolina. Desde então, as distribuidoras seguiram repassando aumentos aos postos no decorrer das semanas seguintes. Como os postos são obrigados a comprar gasolina e diesel das distribuidoras – não podem comprar diretamente das refinarias ou importadoras -, a dimensão e velocidade destes repasses depende destas companhias de distribuição. As distribuidoras costumam repassar as altas com grande agilidade para os postos. Já no caso das baixas, demoram ou não repassam na íntegra. Esta é uma situação recorrente que o Paranapetro vem apontando. Deste modo, os postos não podem ser responsabilizados pela velocidade e dimensão destes repasses, uma vez que são obrigados a comprar das distribuidoras. Procon de Castro O Procon Municipal da Cidade de Castro/PR, realiza pesquisas de preços periódicas e fiscalizações mensais em Postos de Combustíveis, as quais abrangem preços, notas de compra e venda, verificação da qualidade e a conferência da quantidade de produto indicada na bomba em comparação com a quantidade combustível efetivamente abastecido. No que se refere à precificação, observa-se que os postos de combustíveis são amparados pela Lei do Petróleo nº 9.478/1997 e pela Lei da Liberdade Econômica nº 13.874/2019, as quais estabelecem a liberdade de preços, não podendo nenhum Órgão Público interferir diretamente na fixação dos valores praticados. Todavia, compete ao PROCON realizar vistorias quanto à ocorrência de aumentos injustificados de preços, o que vem sendo fiscalizado periodicamente. Os postos do Município de Castro, assim como outros em todo o Brasil, receberam reajustes das distribuidoras revendedoras do produto, passando, consequentemente, a pagar valores mais elevados pelo combustível, os quais com o passar dos dias vem sendo estabilizados ou reduzidos. Ressalta-se, que o aumento repassado aos consumidores correspondeu ao mesmo reajuste recebido das distribuidoras, não configurando, portanto, aumento ilegal, mas sim reajuste com respaldo na elevação justificada de custos. Esclarecemos que este Órgão permanece em constante fiscalização, a fim de garantir nenhum aumento injustificado e que reduções recebidas sejam repassadas. Caso seja constatada irregularidade, os postos serão devidamente notificados. Em relação ao questionamento onde se cita que “O litro mais caro da gasolina comum do estado é vendido em Castro, a R$ 7,59” este Órgão esclarece que não reconhece tal valor para a gasolina comum no Município. O g1 aguarda retorno do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), que representa as distribuidoras. Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias da região em g1 Campos Gerais e Sul.

FONTE: https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2026/04/23/preco-gasolina-parana-anp-veja-cidades-com-combustivel-mais-caro-e-mais-barato.ghtml


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